Auxnavalia

O Espaço Atlântico é um território de cooperação transnacional que inclui todo o território da Irlanda, as regiões atlânticas de Espanha, de França, de Portugal e do Reino Unido. Os Açores, a Madeira e as Ilhas Canárias já não fazem parte da área elegível do Programa. No que se refere a este território, um Programa Operacional (PO) denominado Cooperação Transnacional Espaço Atlântico 2007-2013, foi aprovado pela Comissão Europeia em 20 de Setembro de 2007.

Espacio AtlánticoA cooperação transnacional no Espaço Atlântico tem uma tradição histórica. Quadros pioneiros iniciaram no período de programação 1989-1993 dos Fundos Estruturais europeus, com o projecto-piloto ATLANTIS. Apesar das limitações financeiras, o Atlantis lançou com êxito os primeiros projectos de cooperação transnacional financiados pelo FEDER.
Esta primeira experiência inspirou o lançamento da vertente transnacional da iniciativa de Interreg II (1994-1999). Treze programas de cooperação transnacionais Interreg IIC foram lançados, incluindo o novo programa “Espaço Atlântico". Muitos mais projectos estruturados emergiram em 1998 e 1999.

A cooperação transnacional no Espaço Atlântico tem uma tradição histórica. Quadros pioneiros iniciaram no período de programação 1989-1993 dos Fundos Estruturais europeus, com o projecto-piloto ATLANTIS. Apesar das limitações financeiras, o Atlantis lançou com êxito os primeiros projectos de cooperação transnacional financiados pelo FEDER.


Esta primeira experiência inspirou o lançamento da vertente transnacional da iniciativa de Interreg II (1994-1999). Treze programas de cooperação transnacionais Interreg IIC foram lançados, incluindo o novo programa “Espaço Atlântico". Muitos mais projectos estruturados emergiram em 1998 e 1999.


No período 2000-2006, um aumento muito significativo do orçamento atribuído à cooperação transnacional permitiu o Programa Espaço Atlântico Interreg IIIB, de fazer progressos significativos em termos de âmbito e qualidade de projectos e ajudou a desenvolver competências em termos de gestão e de cooperação.


Começando por um diagnóstico estratégico da situação actual e das tendências previstas no Espaço Atlântico e por uma análise das questões transnacionais de cooperação, o PO destaca a estratégia para as prioridades de cooperação. Baseado nestas prioridades, o PO define os objectivos e resultados do programa, assim como os meios de financiamento e os princípios de implementação e gestão. A estratégia do Espaço Atlântico 2007-2013 aborda o objectivo global de alcançar progressos significativos e tangíveis na cooperação transnacional, em direcção ao desenvolvimento territorial coesivo, sustentável e equilibrado do Espaço Atlântico e do seu património marítimo.

Ver website Espacio Atlántico.

 


O projecto conta com a participação do chefe de fila e 5 sócios relacionados com o sector de intervevención do projecto;a indústria auxiliar do naval.
O projecto estão presentes três estados do Espaço Atlántico ( Espanha, Portugal e Reino Unido).
Espanha:

Portugal:

Reino Unido:

 Os parceiros que apoiam este projecto são cinco:


•    Fundación para o Fomento da Calidade Industrial e o Desenvolvemento Tecnolóxico de Galicia (ESPAÑHA)
A Fundación para o Fomento da Calidade Industrial e o Desenvolvemento Tecnolóxico de Galicia foi constituída em Outubro de 1996 como entidade sem fins lucrativos pela Consellería de Innovación e Industria da Xunta de Galicia.

A organização foi declarada de interesse industrial por ordem da Consellería da Presidencia e Administración Pública a 2 de Dezembro de 1996 (Diário Oficial da Galiza n.º 241 do 11 de Dezembro), de interesse galego por ordem da Consellería de Industria e Comercio do 19 de Dezembro de 1996 (Diário Oficial da Galiza n.º 253 do 30 de Dezembro) e inscrita no Registo Único de Fundações de Interesse Galego com o número 1996/13.

Com o intuito de contribuir a assegurar e garantir a sua gestão, a 27 de Julho de 2000 a Fundação certificou o seu sistema administrativo pela norma ISO 9002:94. Posteriormente, o 1 de Fevereiro de 2001, actualizou esta certificação pela norma ISO 9001:2000, convertendo-se assim na primeira organização galega e uma das primeiras organizações espanholas em superar este último processo de certificação.

Os objectivos da Fundação são promover a difusão e a aplicação de políticas em matéria de qualidade, tecnologia e inovação, recebendo adicionalmente a encomenda de gestão de infra-estruturas tecnológicas; o Centro de Inovação e Serviços (CIS) do Desenho e a Tecnologia de Galiza, o Centro de Inovação e Serviços (CIS) Tecnológicos da Madeira de Galiza e o Laboratório Oficial de Metrologia da Galiza. Levar-se-ão a cabo desde cada um dos centros antes indicados as actividades incluídas no quadro da sua competência técnica e estratégica.

•    Asociación Cluster del Naval Gallego – Aclunaga (ESPANHA)
A missão do Cluster del Sector Naval Gallego (Aclunaga), criado por iniciativa da Consellería de Innovación e Industria da Xunta de Galicia, é a de melhorar a competitividade e apoiar o desenvolvimento do conjunto de empresas que integram o sector naval galego, estabelecendo um consenso entre os protagonistas sobre:

•    Os desafios que enfrentam.
•    Os objectivos e estratégias para superá-los.
•    As actuações prioritárias que devem levar a cabo as empresas e o cluster propriamente dito, com o apoio e a implicação do resto de agentes que incidem no sector (Administração, universidade, sindicatos, associações sectoriais, etc.).

Na actualidade no Cluster participam 133 empresas cujos produtos e serviços cobrem todos os segmentos da cadeia de valor da construção naval (desde estaleiros e engenharias até sociedades de classificação e certificadoras, passando por empresas fornecedoras de bens de equipamento e fornecimentos, empresas habilitadoras, instaladores ou empresas do metal). Assim sendo, o primeiro objectivo de Aclunaga, que consiste em se converter na instituição que mais fielmente reflecte e representa o sector naval galego, está atingido.

•    Oficina da Inovação S.A. – BIC Minho (PORTUGAL)
A Oficina da Inovação S.A. (BIC Minho) tem como missão a promoção do empreendedorismo e da inovação empresarial, através do apoio à criação e à modernização de empresas, contribuindo assim ao desenvolvimento e à competitividade da região do Minho.

Trata-se de uma entidade sem fins lucrativos, constituída por promotores públicos e privados, entre os quais se encontram instituições e empresas que têm como objectivo o desenvolvimento da região do Minho, através da criação de empresas inovadoras e da consolidação das PME existentes.

A experiência adquirida pela Oficina da Inovação permite-lhe posicionar-se como um centro de conhecimento e competências ao nível da gestão empresarial, constituindo também um elemento catalizador entre empresas e empreendedores que estejam em áreas de actuação fundamentais.

A actividade da Oficina da Inovação desenvolve-se fundamentalmente a dois níveis. Por um lado, promovendo a formação de empresas com carácter inovador, apoiando a empreendedores no processo de criação e, por outro lado, através do apoio a projectos de modernização empresarial, destinados, sobretudo, a pequenas e médias empresas.

•    Associação das Indústrias Marítimas ‐ AIM (PORTUGAL)
A Associação das Indústrias Marítimas – AIM é a sucessora doutros dois organismos criados para a defensa dos interesses dos estaleiros orientados à construção e reparação do naval em Portugal. O seu âmbito de actuação é nacional.

Trata-se de uma associação patronal, sem fins lucrativos, criada ao abrigo do Decreto-lei n.º 215-C/75 e demais legislação aplicável.

Entre os seus associados encontram-se estaleiros, sociedades classificadoras, operadores marítimos e fornecedores que se distribuem ao longo da costa atlântica portuguesa.


•    Shipbuilders and Shiprepairers Association ‐ SSA (REINO UNIDO)
A Shipbuilders and Shiprepairers Association – SSA representa os seus associados ante a administração nacional do Reino Unido, a União Europeia, ante as agências de desenvolvimento regional e ante os organismos encarregados do desenvolvimento e aplicação de normas e legislação internacional de aplicação ao sector.
A SSA mantém contacto com os departamentos e agências do Governo do Reino Unido, entre as quais se inclui o Departamento dos Negócios, Empresa e Reforma Normativa, o Conselho de Direcção das Indústrias Marinhas, a Comunidade de Associações de Estaleiros Europeus, o Departamento de Inovação, Universidade e Técnicas, o Conselho Estratégico para a Tecnologia, o Departamento de Equipamento e Apoio do Ministério da Defesa do Reino Unido, o Órgão Executivo de Saúde e Segurança, o Departamento do Ambiente, Alimentação e dos Assuntos Rurais, Comércio e Investimento do Reino Unido e as Agências de Desenvolvimento Rural distribuídas em todo o Reino Unido.
Através da nossa representação em CESA, os membros têm acesso a grupos de interesse empresarial, redes técnicas, de defesa e de I+D em toda a Europa. Quanto a isto, a SSA desempenha um papel activo no Grupo de Investigação e Desenvolvimento, garantindo o financiamento europeu da investigação através do Programa Quadro 7, no Grupo de Conservação, Reparação e Conversão de barcos e contribuindo para desenhar a política dos estaleiros europeus através de iniciativas como LeaderSHIP 2015.

•    Universities of Glasgow & Strathclyde (REINO UNIDO)
O Departamento de Arquitectura Naval e Engenharia Marinha criou-se em 2001 através da união do Departamento de Tecnologia Naval e Marinha da Universidade de Strathclyde e o Departamento de Arquitectura Naval e Engenharia Oceânica da Universidade de Glasgow.

Esta união trouxe benefícios importantes, já que permitiu um conhecimento complementar e uma experiência para partilhar que levou à criação de um centro reconhecido a nível nacional e internacional pela sua excelência no ensino e na investigação.

O Departamento de Arquitectura Naval e Engenharia Marinha é muito activo do ponto de vista investigador, com experiência destacada a nível mundial num conjunto de áreas de investigação. Os seus interesses investigadores principais são:
•    Estabilidade dos barcos e segurança
•    Hidrodinâmica marinha
•    Estruturas marinhas
•    Engenharia oceânica
•    Engenharia marinha
•    Tecnologias emergentes
•    Energia marinha renovável e combustíveis alternativos
 



Temporal

  

Cronologicamente, o projecto está previsto para ser executado entre Janeiro de 2009 e Dezembro de 2010.

Geográfico 


AUX-NAVALIA enquadra-se numa iniciativa orientada a reforçar a competitividad e a capacidade de inovação nos nichos de excelencia da economia marítima do Espaço Atlántico, como é o sector naval e em concreto o da sua indústria auxiliar.
Quanto ao âmbito territorial de actuação, este projecto situa-se em regiões incluídas no âmbito do Espaço Atlântico. Os territórios incluídos no projecto são os correspondentes aos âmbitos de actuação dos parceiros. São os seguintes:

•    Galiza (Espanha)
•    Portugal
•    Reino Unido


 
O projecto AUX-NAVALIA visa melhorar a competitividade e a capacidade de inovação da indústria auxiliar de serviços do sector naval, dado que se trata de um elo fundamental na economia marítima. Concentra-se num nicho de um sector, a indústria auxiliar naval, com um grande potencial para o futuro do Espaço Atlántico.
De acordo com o Programa Operacional Área de Cooperação Atlântica Transnacional 2007 - 2013, AUX-NAVALIA inscreve-se na Prioridade 1: "promover redes transnacionais empresariais e de inovação". É coerente com esta prioridade, e a sua aposta pela competitividade e a inovação na indústria auxiliar do naval situam-no no Objectivo 1.2. "Reforçar a competitividade e a capacidade de inovação nos nichos de excelência da economia marítima".

De maneira mais concreta, o projecto visa a criação de estruturas coordenadas para o fomento do I+D+I na indústria auxiliar naval e estimular a transferência de tecnologia inovadora para favorecer uma cooperação mais estreita e sustentável neste sector, o que contribuirá positivamente no emprego e numa maior coesão social.

A dimensão transnacional do projecto permitirá aumentar sinergias para que seja uma indústria mais competitiva, atinja uma maior dimensão e capacidade e portanto tenham um melhor acesso aos programas europeus de desenvolvimento e inovação.

OBJECTIVOS QUE SE PRETENDEM ATINGIR

ASPECTOS INOVADORES

 TRADUCCIÓN AUTOMÁTICA: OPENTRAD


O projecto AUX-NAVALIA está financiado pelo Programa Transnacional de Cooperação no Espaço Atlántico Europeu. AUX-NAVALIA está orientado a reforçar a competitividad e a capacidade de inovação num nicho de excelencia da economia marítima de várias regiões atlánticas européias, como é o sector naval e em concreto da sua indústria auxiliar.

A situação mundial na actualidade do sector naval pode ser resumida mediante os seguintes dados: os astilleros asiáticos, japoneses e, especialmente, os coreanos têm a supremacía mundial na construção de grandes barcos. Ásia está surgindo como nova potência constructora, em especial Chinesa e os países europeus estão desenhando estratégias que lhes permitam competir noutros segmentos de mercado, (construção de barcos de guerra, barcos mercantes, cargueros e portacontenedores, ?).

Em Europa, o peso dos países situados na zona de influência do programa transnacional Espaço Atlántico ascende quase à metade do valor acrescentado engendrado em Europa no sector naval, demonstrando a forte concentração desta indústria em devandito espaço geográfico. Resulta paradoxal que no segmento da construção naval para a marinha mercante só se haja adxudicada um 10% dos contratos aos astilleros da União Européia, face ao 58% assinado com Coreia e ao 22% adxudicado a Japão e a outros constructores asiáticos, entre os que a cota de Chinesa é visivelmente crescente. O problema fundamental da construção naval européia, e especialmente a dos países ubicados na faixa atlántica, é o poder competir com sucesso no comprado mundial com os astilleros de Extremo Oriente.

Num mercado global com uma tendência estructural de redução dos preços, e com um sobrecoste de localização no are-a euro para os astilleros europeus as vias para competir parecem passar, entre outras medidas, por:- Incrementar a productividad nos processos produtivos e reduzir os custos fixos- Definir novos produtos intensivos em tecnologia, protegidos com as correspondientespatentes.- Enfrentar com firmeza o problema do financiamento, recorrendo a instrumentos definidos e concertados com as entidades financeiras.- Contar com o respaldo das instituições da União Européia para o estabelecimento de novas políticas de ajuda às empresas, ligadas a objectivos de inovação, excelencia tecnológica e organizativa.

É importante deter-se na importância que joga o sector auxiliar na construção naval em todo o Espaço Atlántico, já é responsável em grande parte do valor acrescentado final deste sector. Está composta fundamentalmente por 3 tipos de empresa:

  • Suministradores de bens de equipa
  • Integradores: empresas de grande dimensão que realizam a habilitação, instalação eléctrica, isolamentos?
  • Pequenas e medianas empresas de serviços que fundamentalmente aportan mão de obra (instalações, habilitação de interiores?)

Ainda que a indústria naval auxiliar não é a responsável de laactividad tractora, sim pode ser considerada como a base da indústria da construção naval, tanto em achega de valor acrescentado ao buque, que excede o 70 % na maioria das construções, como na massa laboral implicada.

Actualmente encontram-se numa situação de inferioridad competitiva, que incide negativamente na competitividad geral do sector. De facto, esta indústria auxiliar é muito vulnerável às mudanças da contorna, já que está integrada fundamentalmente por empresas pequenas e menos modernizadas e é um eslabón fundamental para permitir que os astilleros sejam mais competitivos ao supor uma percentagem importante sobre o valor final do buque, sendo o segmento mais desatendido desde os programas de apoio público.

Dada a importância estratégica e do peso da indústria auxiliar e da sua repercusão na competitividad do sector naval no seu conjunto, é fundamental actuar sobre este eslabón empresarial para poder contribuir a fazer do naval do espaço atlántico um sector competitivo no comprado global.

TRADUCCIÓN AUTOMÁTICA: OpenTrad

 


 

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